
A cada pesquisa se confirma que Flávio Bolsonaro não apenas perdeu tração, como pode ser substituído.
Bom, são muitos nomes e poucas certezas.
A família Bolsonaro tem cerca de 2 semanas para mostrar que não vai despencar nas pesquisas.
Ela carrega consigo o sobrenome Bolsonaro, tem uma oratória potente e é filiada ao PL, partido de principal do bolsonarismo. O fato de ser evangélica e mulher tem um apelo especial.
É um governador muito bem avaliado e tem por trás um partido potente, o PSD, que caminha para se tornar o maior partido do Centrão.
Romeu Zema não tem um partido grande para sustentar sua candidatura.
O foco do mineiro tem sido retórico. Zema tem falas que agradam a direita e a extrema direita e é visto como um verdadeiro outsider.
Quem é atento às redes sociais já percebeu que Renan tem potencial para incomodar - e muito - os bolsonaristas. Não se surpreenda se o presidenciável do partido Missão terminar essa eleição com cerca de 10% dos votos.
Todos esses pré-candidatos estão apenas aguardando maiores deslizes de Flávio Bolsonaro.
Quando todos achavam que Flávio estava destruído, ele conseguiu uma reunião com Donald Trump e gerou complicações ao governo Lula, além de forte engajamento nas redes sociais.
A esquerda está toda unida em torno de Lula. O mesmo não pode ser dito sobre a direita.
Se a família Bolsonaro perder força, existem personagens famintos para tomar a direita de assalto.
O resultado das próximas pesquisas vai determinar o futuro.

A ciência política diz que uma derrota eleitoral é perdoável; que duas derrotas são perigo puro; mas que três derrotas são fatais, com raríssimas exceções. Haddad está indo para sua quarta derrota eleitoral seguida.

Durante as eleições de 2002, Lula escreveu um dos documentos históricos mais importantes da política brasileira, a ‘Carta ao Povo Brasileiro’. Nessa carta ele assumia 3 compromissos principais.